Dra. Giovana Pellissari – Psiquiatra em Curitiba

Tudo sobre Depressão: Sintomas, Causas e Quando Procurar uma Psiquiatra

Entenda o que é a depressão, seus sintomas, como ela afeta a vida cotidiana e quando buscar ajuda profissional.
A depressão é uma condição clínica séria, com alterações químicas no cérebro e impacto profundo no funcionamento diário. É uma das doenças de humor mais comuns e, ao mesmo tempo, uma das mais negligenciadas.

Mulher sentada na cama, com semblante triste, e nuvem de chuva sobre ela, representando a depressão

Apesar de afetar milhões de pessoas, seus sintomas ainda são muitas vezes confundidos com tristeza passageira, preguiça ou fraqueza.
Neste artigo, vamos esclarecer o que é a depressão, como identificá-la, quais são seus sintomas e por que é tão importante buscar ajuda especializada.

Sobre a Dra. Giovana e como ela pode te ajudar

A Dra. Giovana Pellissari é uma médica psiquiatra altamente qualificada, com formação sólida e experiência clínica que a tornam uma especialista na avaliação e tratamento de transtornos como a depressão.

Dra Giovana Pellissari, vestida de roupa social preta, sorrindo

Com um enfoque em tratamentos baseados em evidências, a Dra. Giovana adota práticas fundamentadas nas mais recentes pesquisas científicas e diretrizes internacionais.

Ela sabe que cada paciente é único e, por isso, oferece um atendimento personalizado, levando em consideração o histórico de vida, as condições físicas e psicológicas, além dos valores e preferências de cada pessoa.
Seu compromisso com a ética médica, o respeito à dignidade humana e a promoção do bem-estar de seus pacientes são fundamentais para sua prática.

A formação da Dra. Giovana, somada à sua experiência no acompanhamento de casos complexos, a capacita a lidar com questões delicadas a e manifestações graves da depressão. Seu trabalho é pautado pela escuta ativa, pela criação de um ambiente seguro e acolhedor, e pela busca contínua pelo melhor resultado para o paciente.

Etapas do atendimento:

  1. Consulta: escuta atenta e acolhedora, compreensão do histórico e sintomas.
  2. Hipóteses diagnósticas e exames, se necessário.
  3. Plano de tratamento individualizado
  4. Acompanhamento contínuo e ajustado às necessidades de cada paciente

O que é depressão?

A depressão vai muito além de “estar triste”. Trata-se de uma condição com alterações químicas no cérebro e impacto profundo no funcionamento diário, podendo variar desde fadiga, dificuldade cognitiva, insônia, irritabilidade, tristeza, vazio, até gerar dificuldades básicas do dia a dia, como alimentação, banho, autocuidado, trabalho e falta de sentido com a vida que em casos graves podem evoluir para tentativa de tirar-la


Pessoa em depressão sofrendo no sofá

Sintomas mais comuns da depressão:

  • Tristeza profunda e persistente: sensação de vazio ou falta de sentido
  • Falta de prazer (anedonia) nas atividades do dia a dia: sentimento de estar vivendo no automático
  • • Fadiga constante e falta de energia: cansaço e sensação de esgotamento
  • • Insônia ou sono em excesso: dificuldade para dormir ou dificuldade de se manter acordado
  • Culpa excessiva ou sensação de inutilidade: sentir-se culpado de tudo, até mesmo pedindo desculpas repetidamente
  • Sentimento de estar atrapalhando os outros: sentir-se um peso na vida das pessoas, muitas vezes com pedidos constantes de desculpa
  • Pensamento lento ou acelerado
  • • Choro frequente sem motivo aparente
  • • Dificuldade de concentração e memória: Queixas cognitivas são comuns nos quadros depressivos como esquecimentos, redução de foco e ate de terminar tarefas

A depressão vai muito além de tristeza. É um vazio que parece não ter fim, um peso no peito que torna cada tarefa simples em um grande esforço. Para muitas pessoas, o dia começa com uma sensação de sufocamento, como se a vida tivesse perdido o sentido e a existência se tornasse difícil de suportar.

Há quem sinta vontade de desaparecer, não por fraqueza, mas por exaustão emocional, por não ver mais saída. Esses sentimentos são reais — e mais comuns do que se imagina — mas muitas vezes são vividos em silêncio.
A Dra. Giovana entende que a dor invisível também precisa de cuidado.

Como a depressão pode afetar diferentes fases da vida

A depressão pode se manifestar em qualquer idade, mas às vezes pode ter sinais diferentes conforme a fase da vida:

Em crianças e adolescentes:

  • • Irritabilidade e agressividade
  • • Desempenho escolar reduzido
  • • Isolamento social
  • • Alterações no apetite e sono

Em adultos:

  • • Redução do rendimento profissional
  • • Dificuldades em relações interpessoais
  • • Comportamentos autodestrutivos

Em idosos:

  • • Sintomas confundidos com demência
  • • Falta de interesse por atividades antes prazerosas
  • • Piora de doenças crônicas
Ilustração com homens e mulheres nas seguintes fases da vida: bebê, criança, adolescência, fase adulta, e velhice

Como familiares e amigos podem ajudar

A rede de apoio é um elemento fundamental no processo de recuperação. Veja como você pode ajudar:

  • • Escute com empatia, sem julgamentos
  • • Evite frases como “isso é falta de Deus” ou “só você pode se ajudar”
  • • Incentive a busca por ajuda profissional
  • • Demonstre presença e compreensão, mesmo que silenciosa

Lembre-se: não é sua responsabilidade curar a pessoa, mas você pode ser parte da solução.

Mulher apoiada no tronco de outra pessoa, sendo abraçada e reconfortada

Quando a depressão evolui para a “desistência da vida”

A ideação se refere a pensamentos frequentes sobre “desaparecer”, morrer ou tirar a própria vida. Em casos mais graves, pode evoluir para planejamento, tentativa ou ate realização.

Dados alarmantes:

  • Mais de 700 mil pessoas morrem por essa causa todos os anos no mundo.
  • • Sendo a quarta principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.
  • • No Brasil, os casos aumentaram mais de 30% nos últimos 15 anos, especialmente entre adolescentes e jovens adultos.

A relação entre Ansiedade e Depressão

Ansiedade e depressão muitas vezes caminham juntas. Estima-se que cerca de 60% das pessoas com depressão também apresentam sintomas de ansiedade. Essa relação é chamada de comorbidade e torna o diagnóstico e o tratamento mais desafiadores, exigindo um olhar atento e especializado.

Os prejuízos da depressão não tratada

Quando não tratada adequadamente, a depressão pode afetar gravemente a saúde física, emocional e social:

  • Redução da qualidade de vida: A vida vai ficando mais dificil, as tarefas do dia a dia mais dificeis e não tem prazer no dia a dia. As atividades diarias começam a não ser realizadas, alimentação pode aumentar muito ou diminuir, autocuidado reduz, interação social reduz e capacidade laboral reduz.
  • • Prejuízos no trabalho ou na escola: Devido aos sintomas cognitivos e de energia o trabalha fica cada vez mais dificil de ser realizado
  • • Comprometimento das relações familiares e sociais : Dificuldade em interagir com amigos e familia, podendo as vezes ate uma necessidade de ficar sozinho.
  • • Risco aumentado de doenças físicas, como problemas cardiovasculares
  • • Maior risco de surgir pensamentos de morte

Quando procurar ajuda psiquiátrica?

Se você percebe que a tristeza está interferindo na sua rotina, relações ou trabalho, é hora de procurar ajuda.
A Dra. Giovana Pellissari, médica psiquiatra, é especializada no diagnóstico e tratamento de transtornos como a depressão. Com escuta empática, olhar técnico e respeito à singularidade de cada paciente, ela está preparada para caminhar com você na busca por equilíbrio emocional.

Pessoa chorando com o travesseiro nas mãos, representando um estado grave de depressão

Dúvidas comuns sobre o tratamento

É comum que pacientes e familiares tenham receios ou dúvidas em relação ao tratamento psiquiátrico. Abaixo, esclarecemos algumas das perguntas mais frequentes:

“A medicação vicia?”

De forma geral, os medicamentos usados no tratamento da depressão não causam dependência. Eles são prescritos de forma criteriosa e fazem parte de um plano terapêutico com início, meio e fim, quando possível.
Existem, sim, medicações psiquiátricas com potencial de dependência, mas essas são utilizadas em situações específicas, sempre com acompanhamento médico rigoroso. Quando indicadas, geralmente exigem receitas controladas (receituários azuis ou amarelos).

Iniciado o tratamento, vou ter que tomar medicação para “sempre”?

O tratamento do quadro depressivo na maioria dos casos, possui início, meio e fim. No entanto, cada caso é único e deve ser avaliado individualmente. A duração do tratamento pode variar conforme a resposta do paciente, a gravidade dos sintomas, presença de outros fatores associados e história previa de tratamento do paciente.

É fundamental seguir corretamente o acompanhamento médico para garantir estabilidade emocional. Em muitos casos, é possível realizar o desmame gradual da medicação sob orientação médica, sempre com segurança e no momento apropriado. Em outros, o tratamento pode ser mais prolongado, dependendo da evolução clínica.

Caso o paciente interrompa o acompanhamento, altere ou suspenda a medicação por conta própria, as chances de alcançar estabilidade emocional diminuem significativamente. Além disso, o tempo necessário para alcançar a melhora e iniciar um eventual desmame da medicação pode ser prolongado, tornando o tratamento menos eficaz e mais demorado.

“Isso é falta de Deus?”

A depressão é de origem multifatorial, com causas biológicas, psicológicas e sociais. A espiritualidade pode ser um fator de proteção e apoio emocional importante, mas doenças psiquiátricas não são sinais de fraqueza espiritual ou castigo divino.

“Vou ficar dopado ou lento com a medicação?”

O objetivo do tratamento é alcançar bem-estar, funcionalidade e remissão dos sintomas. As medicações utilizadas normalmente são bem toleradas e não costumam causar lentificação. Se houver qualquer efeito colateral indesejado, como sonolência excessiva ou sensação de estar “desligado”, o tratamento pode ser ajustado pela médica. Cada pessoa responde de forma única aos medicamentos, e os ajustes fazem parte do processo.

Ilustração de 2 mulheres e 2 homens com pontos de interrogação e semblantes de dúvidas

Tipos de tratamento para a depressão

O tratamento da depressão pode variar de acordo com a gravidade do quadro, a presença de outros transtornos associados e a resposta do paciente às intervenções iniciais. A Dra. Giovana avalia cada caso com atenção, propondo o cuidado mais adequado para cada situação. Abaixo, conheça os principais tipos de tratamento disponíveis:

Médica e senhora idosa conversando ao ar livre de mãos dadas

Tratamento ambulatorial

É a modalidade mais comum, realizado por meio de consultas regulares com a psiquiatra. O espaçamento entre os atendimentos varia conforme a fase do tratamento e a evolução do quadro. Esse modelo é indicado para a maioria dos pacientes com depressão leve a moderada e permite que a pessoa mantenha suas atividades diárias, com suporte contínuo.

Hospital dia

O hospital dia é uma modalidade intermediária. O paciente permanece parte do dia no hospital, onde realiza atividades terapêuticas, grupos, atendimentos médicos e acompanhamento psicológico. Ao final do dia, retorna para casa. É indicado para quadros que requerem mais atenção e estrutura, mas que ainda não demandam internação completa.


Internamento integral

Esse tipo de internação ocorre em tempo integral (24 horas por dia), com o paciente permanecendo no hospital, onde recebe todo o suporte médico, psicológico e assistencial. A internação permite um cuidado intensivo e seguro, especialmente nos momentos mais críticos, e geralmente é temporária, com transição posterior para o tratamento ambulatorial.

As principais indicações para internamento integral incluem:

  • •Risco de morte
  • •Psicose (alteração da percepção da realidade)
  • •Comportamento que represente risco à integridade física do próprio paciente ou de terceiros
  • •Necessidade de desintoxicação ou controle de abstinência de substâncias
  • •Episódios graves e incapacitantes de depressão
Ilustração de um jovem com olhos arregalados sentado na cama a noite, representando insônia

Investigação de causas físicas

Alguns sintomas podem ter origem em outras condições clínicas que devem ser investigadas. Por isso, a Dra. Giovana também avalia a necessidade de exames complementares para garantir um diagnóstico preciso. A abordagem cuidadosa e completa permite que cada paciente receba o tratamento mais adequado para sua situação específica.

Conclusão

A depressão é mais comum do que imaginamos e afeta a vida de muitas pessoas em silêncio. Saber identificar os sintomas e buscar apoio são passos fundamentais para a melhora.
Se você se identificou com este texto ou conhece alguém que esteja passando por isso, agende sua consulta com a Dra. Giovana Pellissari e dê o primeiro passo para retomar sua saúde emocional.

Leia mais