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Dra. Giovana Pellissari – Psiquiatra em Curitiba

Entenda o que é o Setembro Amarelo, por que o suicídio é considerado uma emergência psiquiátrica e como o tratamento adequado pode transformar e salvar vidas.

Se você chegou até este artigo, talvez esteja curioso sobre o significado do laço amarelo que ganha destaque em setembro. Ou talvez esteja passando por um momento difícil, ou conheça alguém que está. Seja qual for o motivo, este é um espaço seguro e acolhedor para entender melhor o assunto.

Falar sobre suicídio não é fácil. Mas o silêncio nunca protegeu ninguém. Pelo contrário: é justamente a conversa aberta, informada e sem julgamentos que abre caminho para o cuidado. É exatamente esse o propósito do Setembro Amarelo.

Imagem ilustrativa com as cores predominantes amarelo preto branco e laranja, em que há duas pessoas se abraçando sob a chuva,  uma chorando e a outra a consolando, e ambos sendo protegidas por um guarda-chuva escrito "setembro amarelo". No canto inferior direito da imagem, há um laço amarelo escrito "não está sozinho".

Sobre a Dra. Giovana Pellissari

Dra Giovana com um sorriso acolhedor

A Dra. Giovana Pellissari é médica formada pela Univille, com residência médica em Psiquiatria pela Clínica Heidelberg, onde também atuou como preceptora na formação e treinamento de novos médicos psiquiatras.

A Dra. Giovana conduz sua prática clínica partindo do princípio de que cada pessoa é única e necessita de um plano terapêutico personalizado. O cuidado em saúde mental vai muito além da prescrição de remédios: fundamenta-se em vínculo terapêutico sólido, escuta ética, empatia e rigor técnico.

  • • Ética médica e respeito absoluto à trajetória individual de cada paciente;
  • • Sigilo e confidencialidade rigorosos em todas as etapas do atendimento;
  • • Abordagem integral e humanizada, focada na recuperação da qualidade de vida e autonomia;
  • • Atualização científica contínua alinhada às melhores práticas da psiquiatria contemporânea.

Mas afinal o que é o Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é a campanha nacional de conscientização e prevenção ao suicídio. Ao longo do mês, o país se cobre de amarelo em prédios, pontes, monumentos e redes sociais para lembrar que existe um problema de saúde pública sério.

A campanha não fala sobre suicídio como um tabu distante. Ela fala sobre pessoas reais, sofrimentos reais e, principalmente, sobre a possibilidade real de ajuda.

mãos segurando um laço amarelo de setembro amarelo

Como e quando o movimento começou

A cor amarela como símbolo de prevenção ao suicídio surgiu nos Estados Unidos, na década de 1990, a partir de da historia da família do jovem Mike Emme, que tirou a própria vida aos 17 anos, quev distribuiu cartões com fitas amarelas em seu funeral , a cor do carro Mustang 1968 que ele mesmo havia restaurado, convidando qualquer pessoa em sofrimento a buscar ajuda e conversar.

No Brasil, o Setembro Amarelo foi oficializado em 2015, por iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). A data central de mobilização, o 10 de setembro, marca o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por que essa campanha é tão importante?

A relevância do Setembro Amarelo vai muito além da iluminação amarela nos espaços urbanos. A campanha existe para:

  • • Romper o isolamento e o silêncio que cercam o sofrimento emocional
  • • Desconstruir mitos e preconceitos que impedem o reconhecimento precoce dos sinais de alerta
  • • Orientar a população sobre onde, quando e como buscar atendimento especializado
  • • Promover o diagnóstico e o tratamento adequados das doenças psiquiátricas
  • • Reafirmar o valor da vida, lembrando que a dor emocional, por mais profunda e paralisante que pareça, pode ser tratada
Mãos de duas pessoas segurando umas às outras

Suicídio: uma emergência psiquiátrica que precisa ser levada a sério

É comum que o suicídio ainda seja tratado como um assunto “delicado demais” para se discutir abertamente. Mas, do ponto de vista médico, ele deve ser compreendido de forma muito clara: o suicídio é uma emergência psiquiátrica.

Isso significa que, assim como um infarto exige atendimento médico imediato, um quadro de risco de suicídio também exige avaliação e intervenção urgentes. Não é “frescura”, não é “fase” e não é uma escolha simples, sendo na grande maioria das vezes, o desfecho extremo de um sofrimento psíquico intenso, muitas vezes ligado a doenças psiquiátricas não tratados ou tratadas de forma inadequada, como: depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, dependência química, anorexia, personalidade borderline, transtornos de ansiedade, entre outros.

Um dado que precisa ser conhecido

O suicídio está entre as principais causas de morte entre jovens e adultos jovens no mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, ele figura consistentemente entre as principais causas de óbito na faixa etária de 15 a 29 anos, sendo considerado, por muitos anos, a segunda causa de morte entre jovens em diversos países, incluindo o Brasil.

Esse dado não deveria assustar para paralisar, mas deveria mobilizar. Porque, diferentemente de muitas outras causas de morte nessa faixa etária, o suicídio está diretamente relacionado a condições tratáveis.

Imagem ilustrativa em que uma pessoa sai de um ambiente escuro e triste, sendo levado para um ambiente feliz por uma médica, representando a ajuda psiquiátrica

Quais transtornos psiquiátricos aumentam o risco de suicídio?

É importante entender que o suicídio raramente acontece de forma aleatoria. Na grande maioria dos casos, ele está associado a uma doença psiquiatrica de base sendo muitas vezes não diagnosticado ou não tratado adequadamente. Conhecer essas condições ajuda a entender por que o acompanhamento psiquiátrico é tão importante e por que buscar ajuda precocemente faz tanta diferença. A seguir algumas das doenças nas quais esse desfecho pode ocorrer:

  • • Depressão: Vai muito além de uma tristeza passageira. Caracteriza-se por perda marcante de energia, anedonia (incapacidade de sentir prazer), alterações no sono, no apetite e uma sensação profunda de desesperança. Quando não tratada, a dor psíquica intensa pode fazer a pessoa enxergar a morte como a única forma de cessar o sofrimento.
    Clique aqui para ler mais sobre depressão.
  • • Transtorno Bipolar: O risco é especialmente elevado durante as todas fases, mas tende a ser maior nas fases depressivas e nos estados mistos (quando sintomas depressivos e de aceleração/agitação coexistem). A instabilidade clínica e a impulsividade tornam o acompanhamento psiquiátrico contínuo indispensável para manter o humor estável.
    Clique aqui e saiba mais sobre transtorno bipolar.

  • • Transtornos de Ansiedade: Quadros graves de ansiedade generalizada ou pânico mantêm o organismo em constante estado de ameaça e exaustão mental, frequentemente coexistindo com a depressão e potencializando a sensação de esgotamento.
    Clique aqui para ler mais sobre ansiedade.

  • • Transtornos de Personalidade (como o Transtorno de Personalidade Borderline): Caracterizam-se por marcante desregulação emocional, sensação crônica de vazio, hipersensibilidade à rejeição e elevada impulsividade. O sofrimento psíquico costuma ser intenso e reativo a conflitos interpessoais, gerando episódios de crises agudas, autolesão e comportamentos de risco.
  • • Esquizofrenia e Outras Psicoses: Alterações na percepção da realidade, alucinações de comando e o impacto do diagnóstico podem elevar o risco, especialmente nas fases iniciais e nos períodos de descompensação.
  • • Transtornos Alimentares (como a Anorexia Nervosa): Apresentam elevado sofrimento psíquico e clínico, com distorções profundas da autoimagem, desnutrição e frequente associação com depressão.
    Clique aqui e saiba mais sobre compulsões alimentares.

  • • Transtornos por Uso de Substâncias (Dependência Química): O consumo abusivo de álcool e outras substâncias atua como um fator duplo: muitas vezes é usado na tentativa inadequada de aliviar uma dor prévia, mas gera neuroinflamação, rebaixa o limiar de impulsividade e agrava sintomas depressivos.

Ter o diagnóstico não significa que a pessoa tentará contra a própria vida. Significa, sim, que o quadro exige diagnóstico precoce, acompanhamento especializado e plano de cuidado contínuo, fatores que mudam completamente o prognóstico.

Reconhecendo sinais de alerta

Nenhum sinal isolado, sozinho, define um risco. Mas alguns comportamentos e vivências internas merecem atenção redobrada, especialmente quando aparecem juntos ou representam uma mudança em relação ao comportamento habitual da pessoa.

Sinais internos, muitas vezes invisíveis aos outros:

  1. Pensamentos recorrentes sobre morte ou sobre “não querer mais estar aqui”, mesmo que a pessoa não verbalize isso abertamente.
  2. Planejamento, ou seja, começar a pensar em como, quando ou onde
  3. Falta de perspectiva de futuro, a sensação de que “nada vai melhorar” ou de que não há mais saída para o sofrimento atual.
  4. Sensação de ser um peso para as pessoas ao redor.
  5. Isolamento social repentino ou intenso
  6. Mudanças bruscas de humor
  7. Aumento da impulsividade: decisões precipitadas, comportamentos de risco ou reações desproporcionais que não eram habituais.
  8. Desistir de atividades, planos ou relações que antes eram importantes.
  9. Doar pertences pessoais sem motivo aparente
  10. Aumento do uso de álcool ou outras substâncias.
  11. Alterações importantes no sono e no apetite.



A combinação entre falta de perspectiva e impulsividade costuma ser especialmente preocupante: é justamente quando a pessoa não enxerga saída e, ao mesmo tempo, tem menor controle sobre os próprios impulsos, que o risco tende a ser maior.

Se você identificou algum desses sinais em si mesmo ou em alguém próximo, isso não deve ser ignorado. Buscar avaliação profissional é o passo mais responsável e mais corajoso que se pode dar. E é fundamental.

Imagem ilustrativa em que uma pessoa acolhe e conforta outra pessoa que está triste e confusa

O tratamento psiquiátrico muda e salva vidas



Aqui está o ponto mais importante deste artigo: o suicídio, na imensa maioria dos casos, pode ser prevenido. E a prevenção é essencialmente um tratamento psiquiátrico adequado.

Muitas pessoas adiam a busca por ajuda por acreditar que “vai passar sozinho”, que “não é tão grave assim” ou que “psiquiatra é para casos extremos”. Nenhuma dessas crenças é verdadeira.

Clique aqui para saber mais sobre o que é a psiquiatria, e como ela pode te ajudar.

Como o acompanhamento psiquiátrico ajuda ?

O tratamento psiquiátrico não se resume a uma consulta isolada. Ele é um processo, construído com escuta, avaliação cuidadosa e acompanhamento contínuo, que pode incluir:

– Avaliação clínica detalhada, para entender a história de vida, os sintomas e os fatores de risco de cada pessoa.
– Diagnóstico correto, essencial para direcionar o tratamento certo
– Acompanhamento terapêutico contínuo, em parceria frequente com psicoterapia;
– Construção de uma rede de apoio, envolvendo família, quando possível, e outros pontos de cuidado;
– Plano de segurança individualizado, para momentos de crise.

Em alguns casos, quando o risco é considerado elevado ou o sofrimento está muito intenso, pode ser necessário um cuidado mais estruturado, como internação integral ou hospital-dia, por um período. Essa decisão não é sinal de fracasso do tratamento, pelo contrário: é uma medida de segurança, que oferece suporte próximo e constante enquanto a pessoa atravessa o momento mais agudo da crise, até que consiga retomar o acompanhamento ambulatorial com mais estabilidade.

Imagem mostrando uma médica e uma idosa de mãos dadas em um ambiente ao ar livre
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Gabrielle Louise Vieira
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Faço acompanhamento com a Dra a mais de 1 ano e meio, e sem dúvidas ela foi um divisor de aguas para mim. Existe a Gabi antes e depois da Dra rsrs. Me senti acolhida desde a primeira conversa, me faz sentir segura em abrir o coração, fazer perguntas, ajudar na reflexão e ver um lado que as vezes não fica tão claro. Sem dúvidas uma das melhores profissionais que já conheci. Sou extremamente grata por ter a sorte de uma médica assim me acompanhando. Recomendo de olhos fechados!
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Leandro Stricker
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Atendimento excelente. Já passei por outros profissionais mas não conseguiam direcionar um diagnóstico assertivo. A Dra. Giovana tem me acompanhado e tenho obtido melhoras significativas. Recomendo!
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Giulia Carolina Bergamasco
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A Dra. Giovana é uma profissional incrível!! Me senti acolhida desde o primeiro momento, ela sempre é cuidadosa ao perguntar e esclarecer dúvidas e medos, olha para todas as nossas esferas com atenção e é muito honesta ao discutir o caso 🤍 Sou muito grata a ela por todo o cuidado, sinto ser escutada de verdade!!
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Larissa regina
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A Dra é super atenciosa. Me acolheu desde o inicio, além de escutar sem julgamento minhas demandas. Ótima profissional. Super recomendo.
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igor lucas Franco
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Faço acompanhamento com a Dra Giovana à distancia, sou de minas, super recomendo 🙌🏻🙌🏻🙏🏻
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Fernanda Zanelatto Domingues
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Dra. Giovana Pelissari é muito atenciosa, o tempo de sua consulta é bem suficiente e o tratamento bem assertivo. Recomendo.
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Nathalia Lacerda
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Excelente profissional, muito atenciosa!!
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Kimberly Alves Sobrinho Pereira
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Excelente profissional! Dra Giovana se preocupa com os pacientes, é sempre pontual e muito atenciosa. Recomendo para todos

O papel da rede de apoio

Nenhum tratamento acontece isolado da vida real da pessoa. A rede de apoio (família, amigos, parceiros ou até colegas de confiança) tem um papel importante :

– Durante o tratamento, apoiando a adesão ao acompanhamento, ajudando a identificar mudanças de humor e incentivando a continuidade do cuidado, mesmo quando a pessoa está desanimada
– Nos momentos de maior fragilidade, servindo como uma rede de proteção real: alguém para quem ligar, conversar ou pedir ajuda quando o sofrimento fica mais intenso.

Ter para quem recorrer não substitui o tratamento psiquiátrico, mas fortalece cada etapa dele. E, para quem está ao redor de alguém em sofrimento, oferecer escuta sem julgamento, sem tentar “resolver” ou minimizar a dor, já é uma forma poderosa de cuidado.

Buscar ajuda profissional faz toda a diferença

Pessoas que recebem tratamento psiquiátrico adequado apresentam melhora significativa na qualidade de vida, redução dos sintomas e, o mais importante: retomam a capacidade de enxergar sentido e futuro. O sofrimento que antes parecia sem saída passa a ter direção e isso muda tudo.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É, na verdade, um dos atos de autocuidado e coragem mais importantes que uma pessoa pode ter.

O tabu em torno da psiquiatria — e por que ele precisa acabar

Ainda hoje, muita gente hesita em procurar um psiquiatra. O medo do julgamento, o receio de ser “rotulado” ou a ideia equivocada de que “isso é coisa para os outros” afastam pessoas que, na verdade, precisam e merecem cuidado.


Alguns mitos que ainda precisam ser desfeitos

– “Ir ao psiquiatra é para quem está ‘muito mal’.” Na verdade, quanto mais cedo o cuidado começa, mais leve costuma ser o caminho de tratamento.
– “Falar sobre suicídio pode ‘plantar a ideia’ na cabeça de alguém.” É o contrário: conversar de forma aberta e respeitosa reduz o risco, porque tira a pessoa do isolamento.
“Quem fala sobre suicídio não vai fazer.” Falar sobre o assunto é, frequentemente, um pedido de ajuda que precisa ser ouvido com seriedade.
– “Isso é frescura ou falta de fé/força de vontade.” Doenças psiquiátricas são condições de saúde, com base biológica, psicológica e social, não são escolhas.

Imagem mostrando um óculos, comprimidos, um papel em formato de perfil de cabeça humana com cérebro, e um estetoscópio

Falar sobre o tema é um ato de cuidado coletivo

Quando uma sociedade aprende a falar sobre saúde mental sem medo, ela também aprende a cuidar melhor de si e dos outros.

O Setembro Amarelo existe justamente para lembrar disso: quebrar o silêncio é, muitas vezes, o primeiro passo para salvar uma vida.


Um cuidado que não pode ter data para acabar

É importante dizer isso com todas as letras: falar sobre saúde mental e sobre suicídio não pode ser um assunto de um mês só. O Setembro Amarelo cumpre um papel fundamental de mobilização e visibilidade, mas o sofrimento psíquico não escolhe época do ano, e o cuidado também não pode.

Depressão, ansiedade, transtorno bipolar e outras condições associadas ao risco de suicídio precisam de acompanhamento contínuo, em janeiro, em julho, em qualquer mês.

Setembro pode ser o mês que acende o alerta. Mas o cuidado de verdade acontece todos os dias do ano.


Você não precisa passar por isso sozinho



Setembro é amarelo, mas o cuidado com a saúde mental precisa ser todos os dias. Se você reconheceu, neste texto, sinais de sofrimento em você ou em alguém próximo, não espere.

Dar o primeiro passo pode parecer difícil, mas você não precisa dar esse passo sozinho. Um atendimento psiquiátrico acolhedor, ético e individualizado pode ser o início de uma nova fase.

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