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Dra. Giovana Pellissari – Psiquiatra em Curitiba

São três da manhã. A casa está em silêncio, mas a sua mente não para. Você vira de um lado para o outro, olha o relógio e faz as contas de quantas horas ainda restam até o despertador tocar. Quanto mais tenta dormir, mais acordado se sente. E cada noite com o mesmo medo, o de não dormir.

Se essa cena parece familiar, saiba que você não está sozinho. A insônia é uma das queixas mais comuns nos consultórios médicos e afeta pessoas de todas as idades.

Muitas vezes, ela é tratada como algo “normal” da vida corrida. Mas noites mal dormidas, repetidas por semanas, podem comprometer o humor, a memória, o trabalho e os relacionamentos.

Neste artigo, você vai entender o que é a insônia, quais são suas principais causas, como ela se relaciona com a saúde mental e, principalmente, quando é hora de buscar ajuda especializada.

Foto de uma mulher deitada em uma cama com roupas de cama brancas e confortáveis, mas com as mãos sobre o rosto e expressão de cansaço, representando a insônia.

O que é insônia?

A insônia é um transtorno do sono caracterizado pela dificuldade em iniciar ou manter o sono, mesmo quando a pessoa tem tempo e condições adequadas para dormir.

Ela pode se manifestar de diferentes formas:

  • • Dificuldade para pegar no sono ao deitar;
  • • Despertares frequentes durante a noite;
  • • Acordar muito cedo e não conseguir voltar a dormir;
  • • Sensação de sono não reparador, como se a noite não tivesse descansado.

O ponto central é este: a insônia não se resume ao número de horas dormidas. Ela envolve também o impacto no dia seguinte.

Cansaço, irritabilidade, dificuldade de concentração e sonolência durante o dia são sinais de que o sono não está adequado.

Insônia aguda e insônia crônica: qual é a diferença?

Nem toda noite mal dormida significa uma doença e é importante diferenciar os dois tipos principais.

Insônia aguda

É aquela que surge de forma passageira, geralmente ligada a uma situação específica. Uma prova importante, uma mudança de emprego, uma viagem ou um momento de luto podem desencadeá-la.

Na maioria das vezes, ela melhora quando a situação se resolve.

Insônia crônica

É diagnosticada quando a dificuldade para dormir acontece pelo menos três vezes por semana, por três meses ou mais, causando prejuízo no dia a dia.

Nesse caso, a insônia deixa de ser apenas uma reação a um evento e passa a ter “vida própria”. O próprio medo de não dormir alimenta o problema, criando um ciclo difícil de quebrar sozinho.

Conheça a Dra. Giovana Pellissari

A Dra. Giovana Pellissari é psiquiatra em Curitiba (PR) e conduz seus atendimentos oferecendo um espaço seguro, onde cada pessoa possa ser ouvida com atenção e respeito.

Seu interesse pelas emoções e pelo comportamento humano surgiu ainda durante a graduação e foi o que a levou a escolher a psiquiatria. Hoje, esse interesse se traduz em um atendimento próximo, ético e sem julgamentos.

Para ela, a saúde mental não pode ser vista de forma isolada. Cada paciente carrega uma história, um contexto e necessidades próprias, e o tratamento deve respeitar essa individualidade.

Trajetória profissional:

  • • Médica formada pela Universidade da Região de Joinville (Univille);
  • • Especialista em Psiquiatria, com residência médica no Hospital Heidelberg;
  • • Pós-graduação em Psiquiatria da Mulher pela Faculdade Anhanguera;
  • • Experiência como preceptora, contribuindo para a formação de novos psiquiatras no Hospital Heidelberg;

Para a Dra. Giovana, um bom tratamento começa por uma relação de confiança. Ela reserva tempo para ouvir, explica cada etapa com clareza e envolve o paciente nas decisões sobre o próprio cuidado.

O que você pode esperar do atendimento:

  1. Um primeiro encontro sem pressa: espaço para falar sobre o que você está vivendo, seu histórico de saúde e sua rotina;
  2. Uma avaliação cuidadosa: para compreender os sintomas, suas possíveis causas e se há outras condições envolvidas;
  3. Um plano feito para você: definido em parceria, considerando sua realidade e seus objetivos;
  4. Presença ao longo do caminho: consultas de retorno para acompanhar a melhora e ajustar o que for preciso.

As consultas podem ser realizadas presencialmente em Curitiba ou por videochamada, sempre com sigilo e respeito à sua privacidade.

Clique aqui e leia mais sobre a importância da psiquiatria e como ela pode ajudar você a cuidar da sua saúde mental

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Gabrielle Louise Vieira profile picture
Gabrielle Louise Vieira
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Faço acompanhamento com a Dra a mais de 1 ano e meio, e sem dúvidas ela foi um divisor de aguas para mim. Existe a Gabi antes e depois da Dra rsrs. Me senti acolhida desde a primeira conversa, me faz sentir segura em abrir o coração, fazer perguntas, ajudar na reflexão e ver um lado que as vezes não fica tão claro. Sem dúvidas uma das melhores profissionais que já conheci. Sou extremamente grata por ter a sorte de uma médica assim me acompanhando. Recomendo de olhos fechados!
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Leandro Stricker profile picture
Leandro Stricker
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Atendimento excelente. Já passei por outros profissionais mas não conseguiam direcionar um diagnóstico assertivo. A Dra. Giovana tem me acompanhado e tenho obtido melhoras significativas. Recomendo!
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Giulia Carolina Bergamasco
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A Dra. Giovana é uma profissional incrível!! Me senti acolhida desde o primeiro momento, ela sempre é cuidadosa ao perguntar e esclarecer dúvidas e medos, olha para todas as nossas esferas com atenção e é muito honesta ao discutir o caso 🤍 Sou muito grata a ela por todo o cuidado, sinto ser escutada de verdade!!
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Larissa regina
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A Dra é super atenciosa. Me acolheu desde o inicio, além de escutar sem julgamento minhas demandas. Ótima profissional. Super recomendo.
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igor lucas Franco
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Faço acompanhamento com a Dra Giovana à distancia, sou de minas, super recomendo 🙌🏻🙌🏻🙏🏻
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Fernanda Zanelatto Domingues profile picture
Fernanda Zanelatto Domingues
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Dra. Giovana Pelissari é muito atenciosa, o tempo de sua consulta é bem suficiente e o tratamento bem assertivo. Recomendo.
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Nathalia Lacerda
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Excelente profissional, muito atenciosa!!
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Kimberly Alves Sobrinho Pereira
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Excelente profissional! Dra Giovana se preocupa com os pacientes, é sempre pontual e muito atenciosa. Recomendo para todos

Por que procurar um psiquiatra para tratar a insônia?

Muitas pessoas se perguntam se o psiquiatra é o profissional certo para cuidar do sono. A resposta é: na maioria dos casos, sim.

O psiquiatra é o médico especializado na saúde mental e emocional. Como a insônia está profundamente ligada a ansiedade, estresse, depressão e outras condições, ele tem um olhar amplo e integrado sobre o problema.

Isso permite:

  • • Identificar a verdadeira causa da insônia, e não apenas tratar o sintoma;
  • • Reconhecer transtornos associados que, muitas vezes, passam despercebidos;
  • • Indicar o tratamento mais seguro e adequado para cada pessoa;
  • • Acompanhar a evolução de forma contínua, ajustando o plano sempre que necessário.

Por que a insônia acontece?

A insônia raramente tem uma causa única. Em geral, ela resulta da combinação de fatores físicos, emocionais e comportamentais.

1. Fatores emocionais e psicológicos

O estresse é um dos gatilhos mais comuns. Preocupações com trabalho, finanças, família ou saúde mantêm o cérebro em estado de alerta, justamente quando ele deveria desacelerar.

2. Transtornos de saúde mental

A insônia está fortemente ligada a condições como ansiedade, depressão e transtorno bipolar. Tanto como sintomas, como tambem como fator desencadeante.

3. Hábitos e rotina

Alguns comportamentos do dia a dia podem prejudicar o sono sem que a pessoa perceba:

  • • Horários irregulares para dormir e acordar;
  • • Uso de celular, computador ou televisão na cama;
  • • Cochilos longos durante a tarde;
  • • Consumo de café, chás escuros ou energéticos no fim do dia;
  • • Refeições pesadas perto da hora de deitar.

4. Condições clínicas

Dores crônicas, alterações hormonais, problemas respiratórios, refluxo e outras condições de saúde também podem interferir na qualidade do sono.

5. Fases da vida

Na mulher, momentos como a gestação, o pós-parto e a menopausa costumam trazer mudanças importantes no padrão de sono, que merecem atenção cuidadosa.

Insônia e saúde mental: uma via de mão dupla

Por muito tempo, a insônia foi vista apenas como um sintoma de outros problemas. Hoje, a ciência mostra que a relação é mais complexa: ela funciona como uma via de mão dupla.

Isso significa que:

  • • Doenças psiquiatricas podem causar insônia, como acontece na ansiedade e na depressão
  • • A insônia persistente pode aumentar o risco de desenvolver ou agravar esses transtornos.

Insônia e ansiedade

Na ansiedade, é comum a pessoa deitar e a mente “ligar”. Pensamentos acelerados, preocupações com o dia seguinte e sensação de tensão no corpo dificultam o adormecer.

Muitas vezes, o próprio quarto passa a ser associado à angústia de não conseguir dormir.

Clique aqui e leia mais sobre a ansiedade.

Insônia e depressão

Na depressão, um padrão frequente é acordar de madrugada ou muito cedo, sem conseguir retomar o sono. Em algumas pessoas, porém, acontece o oposto: excesso de sono, sem sensação de descanso.

Clique aqui e leia mais sobre a depressão.

Insônia e transtorno bipolar

Alterações no sono podem ser um sinal de alerta importante no transtorno bipolar. Uma redução na necessidade de dormir, acompanhada de muita energia, podem signifcar uma piora do quadro.

Por isso, tratar a insônia de forma isolada, sem olhar para a saúde mental como um todo, pode não ser suficiente. É aqui que o olhar do psiquiatra faz diferença.

Clique aqui e leia mais sobre o transtorno bipolar

Como a insônia afeta o dia a dia

Dormir mal não afeta apenas a noite. Os efeitos aparecem ao longo de todo o dia e, com o tempo, podem se acumular.

Entre as consequências mais comuns estão:

  • • Cansaço e falta de energia logo pela manhã;
  • • Irritabilidade e maior sensibilidade emocional;
  • • Dificuldade de concentração e falhas de memória;
  • • Queda no rendimento no trabalho ou nos estudos;
  • • Maior risco de acidentes, inclusive no trânsito;
  • • Alterações no apetite e no controle do peso;
  • • Sensação de estar “funcionando no automático”.

Com o passar do tempo, muitas pessoas começam a organizar a vida em torno do sono ruim. Cancelam compromissos, evitam atividades à noite e vivem com receio da próxima madrugada.

Sinais de que é hora de procurar ajuda

Uma noite ruim de vez em quando faz parte da vida. Mas alguns sinais indicam que a insônia precisa de avaliação profissional.

Considere buscar ajuda se:

  1. A dificuldade para dormir acontece várias vezes por semana, há mais de um mês;
  2. O cansaço está prejudicando seu trabalho, estudos ou relacionamentos;
  3. Você sente ansiedade ou medo quando se aproxima a hora de dormir;
  4. A insônia vem acompanhada de tristeza persistente, desânimo ou perda de interesse pelas coisas;
  5. Você percebe mudanças bruscas de humor ou de energia;
  6. Já tentou mudar hábitos e não houve melhora;
  7. Você tem usado qualquer recurso por conta própria para conseguir dormir.

Este último ponto merece um cuidado especial. Usar remédios ou outras substâncias sem orientação médica pode mascarar o problema, gerar dependência e atrasar o tratamento correto.

Como é feito o diagnóstico da insônia?

O diagnóstico da insônia é clínico. Isso significa que ele é feito principalmente a partir de uma conversa detalhada com o médico e quando necessário, exames complementares também podem ser solicitados.

Durante a consulta, o psiquiatra procura entender:

  • • Como é a sua rotina de sono e de vigília;
  • • Há quanto tempo a dificuldade existe e como ela começou;
  • • Quais fatores emocionais podem estar envolvidos;
  • • Se há sinais de ansiedade, depressão ou outros transtornos;
  • • Seu histórico de saúde, incluindo condições clínicas e uso de medicações;
  • • O impacto da insônia no seu dia a dia.

Tratamento para insônia: existe solução?

Sim. A insônia tem tratamento, e a grande maioria das pessoas pode voltar a dormir bem com o acompanhamento adequado.

O tratamento é sempre individualizado. O que funciona para uma pessoa pode não ser o ideal para outra. Por isso, ele começa pela compreensão da causa.

Tratamento da causa de base

Quando a insônia está ligada a ansiedade, depressão ou outro transtorno, tratar essa condição é parte essencial para que o sono melhore de forma duradoura.

Ajustes de rotina e hábitos de sono

Pequenas mudanças, orientadas de forma personalizada, podem trazer grandes resultados ao longo do tempo.

Tratamento medicamentoso, quando indicado

Em algumas situações, o médico pode avaliar a necessidade de medicação. Essa decisão é sempre tomada em conjunto com o paciente, de forma criteriosa, com acompanhamento e reavaliações periódicas.

O objetivo não é apenas “fazer dormir”, mas recuperar a qualidade do sono e o bem-estar como um todo.

Dicas de higiene do sono para começar hoje

A chamada higiene do sono reúne hábitos que favorecem um descanso de melhor qualidade. Ela não substitui o tratamento, mas é uma aliada importante.

  1. Mantenha horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos fins de semana;
  2. Use a cama apenas para dormir, evitando trabalhar ou assistir a séries nela;
  3. Reduza o uso de telas pelo menos uma hora antes de deitar;
  4. Evite bebidas estimulantes como café, chás escuros e energéticos a partir do fim da tarde;
  5. Crie um ritual de desaceleração, como um banho morno, leitura leve ou alongamento;
  6. Deixe o quarto escuro, silencioso e com temperatura agradável;
  7. Pratique atividade física regularmente, de preferência longe do horário de dormir;
  8. Se não conseguir dormir em cerca de 20 minutos, levante-se, vá para outro ambiente com pouca luz e só volte para a cama quando sentir sono.

Se, mesmo com essas mudanças, a insônia persistir é um sinal de que você merece uma avaliação mais aprofundada.

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